A Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL) quer prolongar o quebra-mar por mais 300 metros, naquele que será o maior atentado ambiental e social, que a cidade de Matosinhos já viveu nos ultimos anos. 

 

Em causa está a qualidade das águas e o possível desaparecimento das ondas.

 

Por isso, o momento requer“união da comunidade, não apenas os surfistas, mas de toda a população, utilizadores das praias de Matosinhos e do Grande Porto, nomeadamente nas praias a sul”.As palavras são de Frederico Brito, um dos surfistas de referência formado nas ondas do Porto.

 

O condicionamento da prática de desportos de ondas decorrentes da extensão do molhe, vai contra todo o investimento financeiro passado, presente e futuro que o país e parceiros (no seu domínio público e privado) têm realizado para promoção do Turismo e dos Desportos de Ondas.